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Here

2025
Exposição individual
Bota Rasa - Evora 

 Esta exposição é composta por uma instalação artistica intitulada "Yūgen", um livro fotográfico, "The Strength of the Light," e uma exposição fotográfica "Here".

 As obras dialogam entre si, criando uma experiência em que diversas formas de arte se interligam para explorar, de forma introspectiva e poética, as complexidades do mundo ao nosso redor e a beleza presente nele.

 HERE foi o título escolhido para esta exposição, pois é “AQUI” que vivemos, neste mundo que muitas vezes não valorizamos. A exposição propõe-nos refletir sobre a importância de apreciarmos o lugar onde estamos e de olharmos com atenção ao nosso redor, aprendendo a valorizar os pequenos momentos. Convida-nos a praticar a arte de viver no presente, conscientemente e com gratidão, pois é aqui e agora que estamos e, sem nos darmos conta, esse momento já passou.

YUGEN

A instalação "Yūgen", reflete sobre a importância de recuperar o olhar curioso e sensível da infância, aquele que se fascina pelas pequenas coisas à sua volta, como as cores, texturas e sons. A luz e a fluidez da vida são os temas centrais, representando a energia vital e o movimento constante que caracteriza a nossa existência. A obra procura expressar emoções e pensamentos profundos que muitas vezes não conseguimos traduzir em palavras, revelando essa força transcendente que habita em tudo e todos.

Instalação  / Video arte

Serie fotografica

here

A serie fotográfica "HERE", surge como uma extensão e diálogo entre as ideias que atravessam os projetos "The Strength of the Light" e "Yugen." Produzida paralelamente às filmagens de "Yugen," esta série reflete a interação entre as minhas percepções do mundo que me rodeia, revelando a conversa entre as minhas ideias e o processo criativo desses trabalhos.

The Strength of the Light

O livro fotográfico "The Strength of the Light", explora a luz como força além da sua intensidade física, revelando a beleza nas imperfeições da vida e da energia que liga todos os seres vivos ao universo.

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Serie fotografica

SHAKti

2025
Exposição individual
Universidade de evora - Polo dos Leões

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Nós  somos movimento.

Em vez de estarmos sempre a tentar dominar o corpo, às vezes o melhor é deixá-lo mostrar o caminho. Não importa a aparência, mas sim como nós faz sentir.

Escuta! Escuta ativamente!

Para onde o teu corpo se quer mover?

Para onde a tua mão te leva?

Que formas surgem quando te permites apenas sentir?

Trabalhar com a nossa energia é uma experiência que não se explica.

SENTE-SE


If it moves you, move with it...

 Este projeto artístico tem como base a exploração do movimento espontâneo na arte, procurando valorizar a expressão autêntica e livre.

 Em vez de planear rigorosamente cada composição, optei por seguir uma abordagem intuitiva, deixando que o corpo se movesse naturalmente e que a criação surgisse de forma fluida. Acredito que a arte, para além da técnica, é um espaço de liberdade, descoberta e autoconhecimento, e tem um papel terapêutico nas nossas vidas.

 

 A prática desenvolvida envolveu a utilização de diversos materiais, com o objetivo de experimentar e compreender como diferentes texturas e ferramentas influenciam o resultado visual e expressivo do desenho. Para além dos materiais tradicionais, testei também elementos não convencionais permitindo que cada objeto contribuísse com uma marca única. Outro aspeto importante foi a influência de fatores externos e internos no processo criativo. O estado de espírito, o ambiente envolvente desempenharam um papel central no modo como os gestos se manifestaram no papel. Desta forma estes elementos não foram apenas pano de fundo, mas agentes ativos na construção das formas.

 Inicialmente, considerei alternar entre desenhos a cores e monocromáticos. No entanto, após algumas experiências, percebi que a linguagem monocromática oferecia uma maior coerência visual e permitia uma concentração mais profunda na forma e no movimento. Decidi utilizar folhas de diferentes formatos e tamanhos, não apenas pelo impacto que têm no processo criativo, mas também pela riqueza visual que trás ao trabalho. Essa escolha destaca a diversidade de movimentos, materiais e emoções trabalhadas. Culminando numa composição final, onde todos os desenhos são reunidos, criando uma instalação visual. Assim sendo o conjunto funciona como um diário visual do corpo em movimento, uma paisagem emocional onde cada traço é sentido.

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Para este trabalho, decidi compartilhar a minha experiência com o problema de saúde que enfrento atualmente, uma vez que ele tem impactado profundamente todos os aspectos da minha vida. Há sete meses, convivo com uma condição nas mãos, cujo a natureza tem sido difícil de diagnosticar e tratar de forma eficaz. Inicialmente, o problema começou com uma tendinite na mão direita, devido esforço repetitivo no trabalho. No entanto, com o passar do tempo, a situação evoluiu de maneira mais complexa, e a origem da dor se tornou cada vez mais imprecisa. Após duas quinzenas de fisioterapia sem quaisquer melhorias significativas, a dor espalhou-se também para a mão esquerda. Hoje, ambas as mãos estão afetadas , tornando-se impossível movimentá-las, e com dor intensa. Apesar de inúmeros exames e diversas consultas médicas, o diagnóstico continua indefinido e sem uma solução concreta. Ao longo deste processo, fui alvo de muitas opiniões sobre a causa do problema — de profissionais da saúde, é certo, mas também de muitos outros que, carregados de um conhecimento, fazem me o favor de me iluminar com as suas especulações, como se soubessem a chave para o enigma. ​Decidi, portanto, registar esta experiência nesta serie fotografica, não apenas como um relato físico, mas também como um testemunho do desgaste psicológico que a minha condição tem causado. As limitações que enfrento, mais do que enfraquecerem o meu corpo, têm corrompido a minha saúde mental. Cheguei a um ponto em que, muitas vezes, já não reconheço o meu reflexo no espelho, pois, como é natural, o meu corpo passou a ser um reflexo do meu estado emocional e psicológico, transformando-se à medida que minha luta interna se intensifica. Ao longo deste caderno, poderão acompanhar uma pequena parte da minha jornada, entre exames médicos e incertezas. Para concluir o caderno escolhi uma pergunta que, apesar de carregada das melhores intenções, se repete incessantemente no meu dia a dia: "Estás melhor?" como se um problema que já dura a tanto tempo melhora-se da noite para o dia. ​

Diagnóstico

2024/2025
Exposição coletiva
 Universidade de evora - S6. Polo dos leões -

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